HISTÓRIA DO SOLAR

Brasão Dourado

É um solar constituído por cave e dois pisos de habitação, com a fachada urbana para a Rua Silva Gouveia, em frente à Porta de São Tiago da Muralha do Castelo e, consequentemente, próxima da zona histórica e medieval da cidade, classificada de interesse nacional pelo Decreto n.º 37801, de 2 de maio de 1950, e dentro do perímetro de proteção do Castelo de Pinhel.
A propriedade com área de 1795 m2, é constituída por uma habitação solarenga construída no terceiro quartel do século XVIII e outras construções dos meados do século XIX.

É uma Casa Nobre imponente do ponto de vista da volumetria bem ao gosto de aristocracia fundiária, que possui um elevado requinte arquitetónico e decorativo, podendo ser classificada como uma verdadeira obra de arte, que enriquece a monumentalidade da cidade de Pinhel. Encontra-se numa zona central e privilegiada da cidade, com vistas deslumbrantes para o Castelo e com uma vista agradável para a envolvente.

Sobre Nós

No Solar Brasão Dourado impera o requinte e o bom gosto, com uma decoração sóbria mantendo a sua traça original. As comodidades disponibilizadas proporcionam uma experiência excecional numa propriedade secular de gestão familiar. Localizada na cidade de Pinhel, que se encontra a 660m de altitude, na margem esquerda do rio Côa, as suas origens remontam ao período calcolítico, contudo, existem no concelho vestígios mais antigos, nomeadamente as pinturas e gravuras rupestres do Vale do Côa, em Cidadelhe. Dos séculos XVII e XVIII, os solares, espalhados por toda a zona antiga, destacam-se da restante malha urbana pela monumentalidade e requinte decorativo. A autenticidade da gastronomia local associada à excelência dos vinhos de Pinhel, completam o roteiro de quem visita a hospitaleira Cidade Falcão. Com uma gestão familiar, pais e filha, garantem um acolhimento personalizado e autêntico, reforçando a dimensão humana das experiências enoturísticas contribuindo para a dinamização da economia do território e para a promoção dos vinhos da Beira Interior como aglutinador do enoturismo em Portugal.

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A REGIÃO DA BEIRA INTERIOR

Gastronomia e Vinhos

A gastronomia é um dos grandes trunfos deste concelho. Do caldo verde ao javali, passando pelo coelho bravo à caçador ou pelo tradicional cabrito assado na brasa, acompanhados pelos indissociáveis grelos à pobre, a essência da gastronomia local assenta na riqueza da agricultura e da pastorícia, que insistem em manter métodos e técnicas ancestrais que muito contribuem para a excelência dos produtos endógenos. Destaca-se, igualmente, a qualidade dos enchidos, tais como o bucho, as chouriças, os farinheiros e as morcelas. As lagaradas” (bacalhau assado com batatas a murro, regado com bastante azeite quente feito no momento), para completar o valor da experiência gastronómica, digna de referência a qualidade crescente dos vinhos de Pinhel. Realçando a qualidade dos tintos, em que prevalecem as castas Tinta Roriz, Touriga Francesa, Touriga Nacional, Rufete e Marufo e a doçura e frescura dos requintados e frutados brancos, essencialmente elaborados a partir da casta Síria.

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